Conforto emocional não é transformação.
É bonito acolher. É necessário ouvir. Mas se a sessão termina toda semana com “ufa, desabafei”, algo está faltando. O paciente não procura só escuta. Ele procura alívio, direção, mudança. E o profissional precisa saber fazer isso acontecer. Empatia é o mínimo. Técnica é o diferencial.
